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Sessão pública participativa dirigida a pessoas com doença mental e a cuidadores em Cascais.

Brevemente partilharemos os resultados conseguidos desta sessão

24 Janeiro I 10:30h
Fórum Sócio-Ocupacional de Cascais (ARIA)

Participe

Vamos escutar!

ilustração de caras e balão de fala

Conclusões da Sessão

Foram recolhidas ideias e propostas para a inclusão das pessoas com doença mental em Cascais que serão partilhadas brevemente

Receberam-se contributos para o plano de atividades do CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais

24 JANEIRO

Sábado
10H30

Fórum Sócio-Ocupacional de Cascais (ARIA)

CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais

O CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais reúne 41 entidades ligadas à área da deficiência em Cascais, com a missão de melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência.

Através de uma rede inter-organizacional baseada no diálogo e no compromisso, orientada para a implementação de políticas que promovam os direitos e a plena cidadania, desenvolvem atividade nas áreas da Cidadania e Participação, Acessibilidade e Comunicação, Educação, Emprego, Desporto, Cultura e Lazer.

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Temos voz – 2025

    As sessões públicas participativas dirigidas a Pessoas com Deficiência e a cuidadores em Cascais aconteceram a 31 de maio e a 7 de junho e foram um sucesso!

     

    • 83 participantes com deficiência auscultados
    • 5 tipos de deficiência representados (motora, intelectual, orgânica, visual e comunidade surda)
    • 56 familiares e/ou cuidadores ouvidos
    • 60 moderadores provenientes de 11 instituições
    • 30 grelhas de comunicação disponíveis
    • 3 intérpretes de Língua Gestual Portuguesa em permanência
    • 0 barreiras arquitectónicas
    • 243 propostas recolhidas

    SESSÕES TEMOS VOZ 2025

    243 PROPOSTAS DE 14 TEMAS:

    As propostas e ideias, organizadas em 14 temas, já estão disponíveis para consulta pública abaixo. A partir deste contributo coletivo, o CLIC – Conselho Local para a Inclusão em Cascais – irá trabalhar, em articulação com os seus membros e parceiros, na definição de prioridades e na construção de ações concretas que consolidem o trabalho continuado de inclusão das Pessoas com Deficiência no Concelho. Estas propostas serão integradas no Plano Estratégico do CLIC e no Diagnóstico Social de Cascais, garantindo que a participação ativa de Pessoas com Deficiência e cuidadores continua a ter impacto real nas políticas e práticas locais, um compromisso assumido pelo Município.

    Autonomia e Vida Independente

    Disponibilização de assistentes pessoais para ida a discotecas e concertos

    Facultar um serviço de assistentes pessoais flexível, adaptado às necessidades individuais e facilmente acionável sempre que necessário, incluindo no acesso aos serviços municipais

    Possibilitar a disponibilização de assistentes pessoais para caminhadas com pessoas sem deficiência

    Disponibilização de assistentes pessoais no apoio à praia (semelhante ao programa dos tiralôs) para pessoas cegas e com deficiência intelectual (maiores de 18 anos)

    Facultar um banco de voluntários para prestar assistência pessoal ocasional no acesso aos serviços públicos

    Articulação com Centro Medicina e Reabilitação de Alcoitão para alargamento dos serviços e condições preferenciais para munícipes (ex: treino de AVD (Atividades da Vida Diária) nos domicílios)

    Alargamento dos serviços de apoio domiciliário, nomeadamente no período noturno

    Criação de um cartão de débito para participação em atividades de cultura e lazer sem dependerem dos pais

    Investimento na Vida Independente e aposta na desinstitucionalização através da abertura de um CAVI (Centro de Apoio à Vida Independente) no concelho

    Criação de equipas comunitárias de treino de autonomia e preparação para uma vida independente

    Disponibilização de apartamento de autonomia para treino de AVD

    Incentivar alunos universitários das áreas sociais e de saúde para treino de AVD, apoio a atividades de lazer e cultura, “youngsitting” que promova a experiência destes estudantes e em simultâneo, o descanso do cuidador

    Promoção de um centro de atividades para treino de competências sociais, pessoais e profissionais de PcD (sem lógica ocupacional mas com lógica de preparação para outras respostas)

    Apoiar na manutenção de competências para PcD que ficam em casa (ex: ao abrigo do estatuto de cuidador informal) + alargamento de respostas de estimulação

    Divulgação e alargamento de respostas de transição após escolaridade obrigatória

    Alargamento de respostas alternativas de carácter formativo e emprego apoiado que promovam a indepêndencia e autonomia de PcD intelectual (exemplo de boa prática: Cafés Joyeaux)

     

    Comunicação e Sensibilização

    Criar uma estratégia de comunicação que vise a sensibilização para a inclusão e respeito com as PcD (Pessoas com Deficiência), incluindo a comunidade surda

    Em todos os eventos da CMC colocar nos formulários a opção de necessidade de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) para promover a participação da comunidade surda

    Divulgar o papel dos ILGP

    Realizar um census/levantamento da comunidade surda para aferir a necessidade de Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa para a criação de uma bolsa

    Disponibilização de bolsa de ILGP

    Ensinar frases/expressões básicas em Língua Gestual Portuguesa à população para situações de emergência

    Trabalhar as questões da acessibilidade comunicacional e atitudinal aos serviços

    Investir na formação dos funcionários de supermercados e outros estabelecimentos comerciais. Estes profissionais devem estar preparados para apoiar PcD na localização e identificação de produtos, de forma respeitosa, eficaz e autónoma (em particular pessoas cegas e com deficiência intelectual)

    Criar planos de emergência para a comunidade surda (ex: apagão)

    Plano anual de formação/sessões de esclarecimento e sensibilização sobre deficiência para PcD, famílias (com foco nos irmãos) e comunidade

    Disseminação destes encontros para outras autarquias fazerem ações semelhantes

    Maior divulgação de ações na área das deficiências nas redes sociais da CMC

    Informação e Atendimento

    Criação de um cartão municipal de pessoa com deficiência

    Possibilidade de integrar no Fix Cascais a funcionalidade de reportar falta ou pouca acessibilidade (ou outros problemas que a condicionem)

    Adaptar balcões municipais de atendimento ao público com opção rebaixada

    Melhorar a acessibilidade do site e das redes sociais da CMC

    Abrir a opção chat para comunidade surda na Linha Cascais

    Opção vibratória para sistemas de senhas no atendimento ao público municipal

    Disponibilizar informação acessível para cegos nos edifícios dos serviços públicos

    Criar um balcão da inclusão com ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) para apoio transversal municipal

    Formação aos técnicos de serviço social da Rede Social sobre apoios específicos às PcD (Pessocas com Deficiência) para maior capacidade de resposta no atendimento

    Lançar uma plataforma informática onde possam ser reportados casos de PcD, caracterizados, analisadas as suas situações por técnicos, fornecido um gestor de caso para encontrar respostas. Disponibilização de botão S.O.S.

    Dilvulgação de todos os serviços da CMC dirigidos a PcD: criação de um sítio que agrega a informação de todas as respostas na área da deficiência para receber as famílias e disponibilização de um gabinete municipal de informação especializado de apoio às famílias

    Desburocratização de processos: mais apoio personalizado de pessoas

    Acessibilidades e Espaço Público

    Rebaixar passeios não rebaixados

    Colocar rampa no passeio à frente do CRIARTE em Carcavelos bem como passeio à frente da Escola Básica de Carcavelos

    Arranjo da rampa com porta recuada na Igreja da Parede

    Nivelar os passeios contíguos ao Hospital de Cascais (no final do passeio há um enorme declive)

    Melhoria da circulação em cadeira de rodas na Rua 5 de Outubro, em Carcavelos

    Colocação de pinos para evitar estacionamento abusivo nos passeios que impede a circulação de cadeira de rodas, em particular em frente ao passeio dos Lares da Boa Vontade

    No alto dos Gaios falta de passeios, estradas perigosas e semáforos e sinais luminosos insuficientes para os carros abrandarem

    Consertar obstáculos nos passeios (ex: poste no Bairro do Junqueiro)

    Alteração dos produtos de limpeza das máquinas que limpam os passeios (deixam o chão muito escorregadio)

    Prevenção dos vidros no chão do túnel de acesso à praia de Carcavelos que danificam as rodas das cadeiras de rodas: proteger com gaiolas metálicas as lâmpadas do túnel

    Colocação de rampas, pinos, sinais luminosos, barras luminosas, coberturas nas paragens

    Fiscalização à mobilidade fluida nos passeios

    Rebaixar ATM (1 opção de ATM acessível por localidade)

    Adaptação de portas dos serviços públicos (são muito pesadas e não permitem que pessoas com questões de mobilidade e força as consigam empurrar/puxar)

    Criação de uma cinta acessível para o acesso a todas as praias (ou duas praias por localidade)

    Prolongar/aumentar a passadeira no areal da praia de Carcavelos

    Colocação de informação e regulamentação acessivel para PcD (Pessoas com Deficiência) nas zonas históricas

    Projetar um programa para os parques ficarem mais acessíveis (ex: colocar mesa de picnic para cadeira de rodas, WC adaptados sempre disponíveis na Quinta da Alagoa)

    Disponibilização de um parque urbano inclusivo em cada freguesia

    Sinalizar tampas de esgoto, postes e sinais de trânsito que impeçam a circulação de pessoas com mobilidade condicionada

    O WC dos centros de saúde só tem uma opção unissexo adaptada: criar para ambos os sexos

    Necessidade de concertar o WC do centro de saúde da Parede e quando chove os acessos ficam muito escorregadios

    Impulsionar um sistema de apoio à acessibilidade nos atos eleitorais

    Criar grupo de users que auditem acessibilidades

    Transportes

    Adaptar os acessos aos transportes públicos:

    • alargamento dos espaços nas entradas das estações;
    • rampas nos acessos às estações de comboio;
    • rampas nos acessos às carruagens de comboio;
    • melhorar o acesso às bilheteiras automáticas;
    • mudar o material dos torniquetes para borracha;
    • colocar abrigos nas paragens de autocarro;
    • disponibilizar placa eletrónica visual e auditiva

    Colocação de coberturas nas paragens dos autocarros 16,25 e 46 em Carcavelos (só tem um poste)

    Aumento do nº de lugares para cadeiras de rodas dentro dos autocarros

    Obrigatoriedade de aviso sonoro na chegada às estações de comboios/autocarros

    Criação de sistemas de pictogramas nas paragens de autocarros e melhoria na comunicação das rotas de autocarros para pessoas com DID (Dificuldades Intelectuais e do Desenvolvimento)

    Disponibilizar algumas imagens associadas aos destinos dos autocarros, para que as pessoas que não sabem ler, soubessem para onde vai aquele autocarro. Ou haver uma aplicação no telemóvel com imagens dos diferentes sítios e ficarem a saber que autocarros existem para os diferentes sítios e assim quando vissem um autocarro já saberiam dizer

    Alargamento dos horários dos autocarros, em particular nos autocarros da carreira do Centro de Apoio Social do Pisão e na carreira M40 aos fins de semana

    Disponibilização de horários de autocarros na internet para planeamento das viagens

    Dar formação sobre inclusão aos motoristas dos autocarros

    Sensibilização dos taxistas para o transporte de PcD (Pessoas com Deficiência) motora

    Disponibilização de um serviço de taxis adaptados mais alargado e comparticipado e/ou parcerias com empresas de Transporte Adaptado a custos mais acessíveis

    Oportunidades para o serviço de Transporte Adaptado: necessidade de redução de custos do serviço, gratuidade universal do serviço, o agendamento prévio é uma condicionante, os transportes nas urgências não transportam PcD em cadeira de rodas e acompanhante + formação sobre deficiência aos bombeiros

    Trânsito e Estacionamento

    Colocação de sinais luminosos para os carros abrandarem em zonas sem passeio, onde as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas circulam nas estradas

    Aumento do tempo dos semáforos para peões

    As passadeiras de peões devem ser mais visíveis

    Aumento do nº de lugares de estacionamento para pessoas com dístico , junto às praias (incluindo na praia da Conceição em que também se deve colocar rampa)

    Aumento do nº de lugares de estacionamento para pessoas com dístico junto do mercado de Cascais

    Colocar barras luminosas como no Colombo e Corte Inglês em que as luzes são ativadas pelas bengalas

    Sensibilização à fiscalização de estacionamento abusivo por parte da Polícia Municipal e fiscais da Cascais Próxima

    Cultura e Equipamentos Culturais

    Os espaços culturais (cinemas, museus, teatros, centros de exposições) devem estar equipados com recursos de acessibilidade

    Acesso gratuito aos eventos e espetáculos municipais ou com financiamento municipal

    Tornar os espaços culturais mais acessíveis do ponto de vista do edificado e da bilhética (bilhete 2 por 1)

    Ter um palco nas instituições para concertos

    Maior divulgação do trabalho cultural e artístico feito por PcD (Pessoas com Deficiência) – ex: blog da Sónia

    Melhorar a acessibilidade e a visibilidade nas Festas do Mar

    Adaptar o acesso ao wc para cadeiras de rodas elétricas no Museu Paula Rego

    Habitação

    A CMC podia ir às casas das pessoas com «mobilidade reduzida» e, através de empresas, criarem mais acessibilidade à entrada das próprias casas. Há casas com barreiras e as pessoas têm muita dificuldade em entrar e sair de casa

    Melhorar a comunicação do programa Oficina Social

    Garantir uma quota mais significativa de fogos destinados a pessoas com deficiência. Tanto as habitações como os espaços envolventes devem ser pensados desde o início para responder às necessidades desta população — com acessos adequados, espaços funcionais e ambientes seguros

    Reformular a política de habitação com sistema de priorização para PcD (Pessoas com Deficiência)

    Disponibilizar opções de casas públicas acessíveis para arrendamento e linha de apoio a arrendatários com deficiência

    Habitação acessível do ponto de vista do edificado e custos

    Educação

    Ensinar LGP (Língua Gestual Portuguesa ) (básico) nas escolas do 1º ciclo

    A escola da Alapraia é referência para a comunidade surda, mas só até ao 9º ano – criar resposta para o secundário

    Trabalhar as questões de bullying contra alunos com deficiência nas escolas

    A bolsa de estudo da CMC deixar de ter limites de escalão de IRS sempre que o aluno tiver deficiência

    Acrescentar ao apoio de bolsas de estudo uma majoração para custeamento de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa)

    Apostar num projeto de alfabetização para pessoas com deficiência intelectual adultas

    Aumentar o número de Recursos Humanos nas equipas de apoio aos CAA (Centros de Apoio à Aprendizagem)

    Criação de programa junto dos SPO (Serviço de Psicologia e Orientação) de despiste entre o perfil dos alunos (intelectual, maturidade, interesses) e as futuras respostas para a integração pós escolar a partir do 10º ano

    Fazer um levantamento no 10º ano de jovens com perfil CACI (Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão) para planear as vagas a médio prazo (acompanhamento planeado e atempado dos alunos que sairão no 12º ano)

    Reforço das equipas escolares do secundário para os desafios da deficiência nessa idade (replicar as boas práticas do pré-escolar)

    Respostas para PcD (Pessoas com Deficiência) após o final da escolaridade obrigatória

    Replicar as boas práticas existentes nas salas de NEE (Necessidades Educativas Específicas) que existem em alguns Agrupamentos de Escolas

    Melhorar o acompanhamento dos alunos com deficiência e das suas famílias ao longo do percurso escolar

    Promoção de ATL (Atividades de Tempos Livres) especializados para alunos com deficiência no horário pós escolar a partir do 7º ano (vagas em tempos livres da comunidade)

    Dotar de mais formação sobre deficiência os profissionais das escolas com o apoio dos técnicos das instituições + Desmistificar a deficiência junto do grupo de pares na escola, mas também com professores, monitores e assistentes operacionais

    Disponibilizar uma equipa multidisplinar de supervisão ao trabalho na área da deficiência nas escolas para apoiar o pessoal docente e não docente no encontro de melhores estratégias para um trabalho efetivo na área da inclusão

    Formação, Emprego e Ocupação

    Aprofundamento da parceria entre a CMC e a Associação Empresarial de Cascais para criar mais postos de trabalho para PcD (Pessoas com Deficiência)

    Apoio financeiro complementar para a contratação de PcD por parte das empresas sediadas no concelho e empresas municipais

    Reforçar as equipas técnicas de acompanhamento e apoio para PcD em situação de entrada no mercado de trabalho

    Incentivar o acesso a contratos de trabalho de maior longevidade para PcD

    Implementação de uma bolsa de assistentes pessoais em contexto laboral

    Desenvolver referenciais de formação junto do IEFP para cursos destinados a PcD

    Apostar na qualificação (sem certificação de PcD), adaptando cursos de cariz prático (ex: costura) às necessidades específicas de cada pessoa

    Formação direccionada a desempregados para colmatar a falta de RH e a sua grande rotatividade nas respostas para PcD

    Projetos de literacia informática para PcD

    Equilibrar o recrutamento das equipas de apoio aos tiralôs (são maioritariamente mulheres, o que condiciona as transferências) e melhorar a sua qualificação e formação

    Alargamento de ofertas de atividades e ocupação remuneradas extra empregabilidade

    Aumentar as oportunidades de voluntariado para PcD

    Promover o voluntariado junto da comunidade surda e envolver a comunidade surda na estratégia de voluntariado da CMC

    Capacitar e motivar as empresas e DRH para apoiar a conciliação entre vida profissional e pessoal dos cuidadores e desafios sentidos pelos cuidadores

    Socialização e Lazer

    Aumentar a oferta de atividades de lazer para PcD (Pessoas com Deficiência)

    Nos períodos de férias, devem ser organizadas mais iniciativas inclusivas, pensadas para crianças e jovens com deficiência (campos de férias, colónias de férias)

    Integração de jovens com deficiência em atividades de convívio e lazer com grupos de jovens na comunidade, envolvendo jovens voluntários Cascais (colónias de férias, saídas, viagens com amigos, etc)

    Criar programas/atividades com oportunidades de socialização e convívio entre alunos com e sem deficiência (voluntários)

    Criação de um parque de diversão para adultos (com baloiços)

    Criação de um programa de combate ao isolamento não desejado de PcD séniores

    Possibilidade de intercâmbios e projetos de viagens para outros países para PcD

    Promoção de programas para quem tem dificuldades em ter vida social mais ativa

    Desenvolver atividades interativas digitais entre pessoas para combate ao isolamento

    Dinamização de grupos informais de PcD para momentos de lazer e voluntariado

    Desporto

    Promover uma política de promoção do desporto para PcD (Pessoas com Deficiência)

    Implementar estratégias de promoção do desporto adaptado junto da Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência

    Fazer parceria com a Associação de Atividade Motora Adaptada

    Aumento de oferta de modalidades de desporto adaptado

    Dinamização de modalidades: equipa de futebol adaptado, turma/clube de boccia, equipa de basket em cadeira de rodas (sem ser de competição), karate adaptado

    Apoio à modalidade de ténis em cadeira de rodas no CNG Parede

    Disponibilização de uma plataforma de divulgação das modalidades de desporto adaptado

    Comparticipação/majoração do apoio nas mensalidades de pessoas com deficiência que queiram praticar modalidades que existam em equipamentos desportivos municipais

    Possibilitar o apoio de ILGP (Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa) nas diferentes modalidades desportivas e acesso ao desporto

    Alargar o acesso à piscina do CMR aos munícipes com deficiência para prática de natação de manutenção (sem ser de reabilitação)

    Disponibilizar transportes para torneios e jogos de futebol da equipa da CERCICA

    Colocar um toldo na piscina da APPACDM para melhorar a prática da natação

    Saúde e Respostas Cuidadores

    Melhoria nas condições de acesso à saúde para PcD (Pessoas com Deficiência):  psicologia, dentista, terapias

    Alargamento do cheque dentista para a população com deficiência

    Divulgação do banco de produtos de apoio

    Apoio para ajudas técnicas (diminuição do tempo de espera) e apoio no custeamento da manutenção das ajudas técnicas

    Adaptar o projeto de teleconsulta à presença de um ILGP (Intérprete de Língua Gestual Portuguesa) para evitar que a comunidade surda tenha sempre que se deslocar presencialmente aos serviços de saúde

    Criação de bolsas de cuidadores externos para apoiar pontualmente cuidadores de PcD

    Criar espaços de convívio e lazer que permitam a pessoas cuidadoras conhecerem-se e poderem servir de rede de apoio caso seja precise um apoio inter-pares entre cuidadores ou otimização de recursos (boleias, etc)

    Alargamento de respostas alternativas, tais como respostas temporárias de acolhimento para garantia do descanso do cuidador

    Apoio complementar fraldas

    Mais apoios para os cuidadores informais

    Providenciar apoio psicológico preferencial e gratuito para cuidadores

    Promoção de um projeto de voluntariado para permitir horas semanais de voluntários que possam promover o descanso dos cuidadores

    Facultar grupos de apoio/suporte mútuo para cuidadores

    Trabalhar a questão do luto dos pais quando nasce uma Pessoa com Deficiência

    Trabalhar a questão do luto das Pessoas com Deficiência quando morrem os pais

    Maior coordenação das equipas multidisciplinares de saúde no caso do acompanhamento de doentes com multideficiência (centralização num gestor de caso clínico)

    Outros

    Necessidade de uma abordagem transversal às questões de acessibilidade (nomeadamente no âmbito de acção do município, em TODAS, as actividades desenvolvidas no concelho)

    Oportunidades de acesso a auto-cuidado (manicure, roupa digna, etc)

    Retomar articulação entre a CMC e a Associação de Surdos da Linha de Cascais

    Aumento das sinergias entre diferentes respostas do concelho nas áreas do desporto, artes, ocupacionais

    Alargamento de rede de CACI (Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão) + alargamento do número de vagas em CACI

    Obrigatoriedade de remuneração de PcD (Pessoas com Deficiência) que são produtivas nos CACI (ou descontos a favor dos cuidadores)

    Criação de residências apoiadas para pais e filhos (quando os pais ficam velhos) + Criação de estrutura residencial para situações mais complexas após a morte dos pais

    Disponibilização de resposta para PcD mais severas em situação de envelhecimento

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